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Mato Grosso do Sul, 2 de março de 2024
Campo Grande/MS
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Ibovespa fecha acima dos 131 mil pontos em nova alta histórica; dólar cai a R$ 4,90

Acompanhando a baixa ante as principais moedas globais, o dólar encerrou o dia com recuo de 0,70% ante o par brasileiro, negociado a R$ 4,903 na venda
Clima positivo nos EUA e valorização do petróleo deram novo fôlego ao mercado doméstico
Clima positivo nos EUA e valorização do petróleo deram novo fôlego ao mercado doméstico

O Ibovespa voltou a atingir o maior patamar da história ao fechar pela primeira vez acima dos 131 mil pontos e o dólar caiu ante o real nesta segunda-feira (18), seguindo o clima positivo em Wall Street e a alta do petróleo no mercado global.

O principal índice do mercado brasileiro encerrou com alta de 0,68%, aos 131.083 pontos. O Ibovespa já havia renovado a máxima histórica na quinta-feira (14), ao encerrar aos 130.842 pontos.

Acompanhando a baixa ante as principais moedas globais, o dólar encerrou o dia com recuo de 0,70% ante o par brasileiro, negociado a R$ 4,903 na venda.

A instabilidade do dólar refletia em parte uma agenda morna nesta sessão, disseram participantes do mercado, com o foco ficando para os próximos passos de política monetária do Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA).

“As apostas de início de cortes de juros [nos EUA] já no primeiro trimestre de 2024 vão ganhando força, mesmo com membros do Fed reforçando que este posicionamento possa ser prematuro“, disse a equipe econômica do banco Inter em nota nesta segunda-feira.

O foco desta semana deve ficar sobre dados de inflação norte-americanos, de forma a balizar as expectativas sobre um afrouxamento monetário do Fed no ano que vem. A leitura do índice PCE de inflação será divulgada na sexta-feira (22).

Caso haja arrefecimento das pressões de preços, o Fed pode ter de que afrouxar a política monetária mais cedo, o que tornaria o dólar menos atraente quando comparado a divisas arriscadas de retornos mais elevados, como o real.

Reforma tributária no radar

A provação histórica da reforma tributária na última semana também esteve no radar dos investidores neste início de semana.

Após décadas de discussão, o texto-base da reforma foi aprovado em primeiro turno por 371 votos favoráveis, bem acima do mínimo necessário de 308, e por 365 no segundo, conferindo uma vitória ao Executivo e abrindo caminho para que ela seja promulgada ainda este ano.

Ainda assim, investidores seguem acompanhando com cautela a tramitação no Congresso de outras pautas econômicas importantes que o Executivo busca aprovar de forma a aumentar a arrecadação, em meio a dúvidas sobre a capacidade do governo de atingir a meta de zerar o déficit primário em 2024.

Petróleo sustenta ganhos

A sessão também foi marcada pela alta do petróleo, dando sustentação aos ganhos da bolsa brasileira.

O barril do tipo Brent fechou a sessão com alta de 1,83%, negociado a US$ 77,95, enquanto o WTI subiu 1,46%, a US$ 72,47, diante dos temores com a oferta depois que ataques do grupo militante Houthi do Iêmen no Mar Vermelho interromperam o comércio marítimo.

A petrolífera BP disse que suspendeu temporariamente o trânsito no local e outras empresas de navegação também disseram que evitariam a rota.

A alta da commoditie deu força aos papéis da Petrobras (PETR4), com forte peso no Ibovespa, que subiram 0,44%.

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