Mato Grosso do Sul, 2 de julho de 2026
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Gerson Claro destaca avanço da bioenergia e afirma que Mato Grosso do Sul consolida novo ciclo de crescimento sustentável

Presidente da Assembleia Legislativa acompanha lançamento de nova usina integrada da Atvos, reforça potencial econômico do Estado e ressalta geração de empregos, industrialização e expansão da produção de energia limpa
Imagens - Assessoria/ALEMS
Imagens - Assessoria/ALEMS

Mato Grosso do Sul vive um momento de forte expansão econômica impulsionado pelo crescimento da bioenergia, pela industrialização do agronegócio e pela chegada de grandes investimentos privados. Na avaliação do presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, deputado estadual Gerson Claro, o Estado consolida um novo modelo de desenvolvimento que alia crescimento econômico, sustentabilidade, inovação tecnológica e geração de oportunidades para a população.

A declaração foi feita durante a cerimônia de lançamento da pedra fundamental da nova unidade industrial da Atvos, em Nova Alvorada do Sul. O empreendimento marca uma nova etapa para o setor sucroenergético estadual ao integrar, em uma única planta industrial, a produção de etanol de cana-de-açúcar, etanol de milho e biometano, formando o primeiro complexo de transição energética de Mato Grosso do Sul.

Durante o evento, Gerson Claro destacou que o novo investimento representa muito mais do que a ampliação da capacidade industrial do Estado. Segundo o parlamentar, trata-se de um empreendimento capaz de impulsionar o desenvolvimento regional, fortalecer a economia dos municípios e ampliar a geração de empregos diretos e indiretos em diferentes segmentos produtivos.

Para o presidente da Assembleia Legislativa, Mato Grosso do Sul deixou de ser apenas um grande produtor de matérias-primas agrícolas para ocupar posição de destaque na industrialização do agronegócio brasileiro. Segundo ele, a transformação econômica vivida pelo Estado demonstra que investir em inovação, agregar valor à produção rural e ampliar a capacidade industrial tornou-se um dos principais caminhos para garantir crescimento sustentável.

Gerson Claro afirmou que a bioenergia simboliza esse novo momento da economia sul-mato-grossense. Na avaliação do parlamentar, a expansão do setor representa a união entre preservação ambiental, desenvolvimento tecnológico e fortalecimento da atividade econômica, criando condições para que Mato Grosso do Sul continue atraindo investimentos de grande porte.

O deputado ressaltou que cada nova indústria instalada amplia significativamente os impactos positivos sobre a economia regional. Além da geração de milhares de empregos durante a construção e operação das unidades industriais, esses empreendimentos fortalecem o comércio local, movimentam a prestação de serviços, estimulam novos negócios e ampliam a arrecadação dos municípios.

Segundo Gerson Claro, o ambiente de segurança jurídica, responsabilidade fiscal e estabilidade institucional construído pelo Estado tornou-se um dos principais diferenciais para atrair investidores nacionais e internacionais interessados em ampliar seus negócios em Mato Grosso do Sul.

Na avaliação do presidente da ALEMS, o Estado reúne atualmente condições extremamente favoráveis para receber novos empreendimentos, graças ao planejamento estratégico voltado ao desenvolvimento econômico, à melhoria da infraestrutura logística, ao crescimento da produção agrícola e à segurança oferecida aos investidores.

O novo projeto da Atvos reforça esse cenário positivo. Com investimento superior a R$ 1 bilhão, a nova unidade industrial será responsável por ampliar significativamente a produção de biocombustíveis no Estado, fortalecendo uma cadeia produtiva considerada estratégica para a economia brasileira.

Quando entrar em operação, a planta terá capacidade para processar aproximadamente 642 mil toneladas de milho por ano. A produção anual deverá alcançar cerca de 273 milhões de litros de etanol, além de gerar aproximadamente 183 mil toneladas de DDG, importante coproduto destinado à alimentação animal, e cerca de 13 mil toneladas de óleo de milho utilizado por diversos segmentos industriais.

Durante a fase de implantação, prevista para começar no segundo semestre de 2026, deverão ser criados aproximadamente dois mil empregos, movimentando diversos setores da economia regional. Empresas da construção civil, transporte, logística, alimentação, hotelaria, comércio e prestação de serviços deverão ser diretamente beneficiadas pelo empreendimento.

Para Gerson Claro, esse conjunto de investimentos demonstra que Mato Grosso do Sul vive um novo ciclo econômico baseado na agregação de valor à produção agropecuária, transformando matérias-primas em produtos industrializados de maior valor agregado.

O parlamentar destacou que o crescimento da bioenergia fortalece toda a cadeia produtiva estadual. Desde o produtor rural até a indústria, passando pelos setores de transporte, tecnologia, pesquisa, comércio e serviços, diferentes segmentos passam a integrar uma economia cada vez mais dinâmica e diversificada.

Outro aspecto ressaltado por Gerson Claro é o papel da bioenergia na política ambiental desenvolvida pelo Estado. Segundo ele, Mato Grosso do Sul tornou-se referência nacional ao estimular investimentos voltados à produção de energia renovável e à redução das emissões de carbono, acompanhando uma tendência mundial de expansão da economia verde.

Na avaliação do deputado, a integração entre produção agrícola, indústria e geração de energia limpa cria um modelo capaz de unir competitividade econômica e preservação ambiental, fortalecendo a posição do Estado no cenário nacional e internacional.

Atualmente, Mato Grosso do Sul ocupa posição de destaque entre os maiores produtores brasileiros de etanol de milho e mantém uma das matrizes energéticas mais sustentáveis do País. O setor sucroenergético reúne dezenas de unidades industriais responsáveis pela produção de etanol, açúcar, bioeletricidade e outros derivados da biomassa.

O Estado conta atualmente com 22 usinas em operação, sendo 19 dedicadas ao processamento da cana-de-açúcar e três voltadas ao etanol de milho. Grande parte dessas unidades também produz energia elétrica a partir da biomassa, contribuindo para o abastecimento do Sistema Interligado Nacional.

A atividade sucroenergética está presente em dezenas de municípios sul-mato-grossenses, ocupa aproximadamente 800 mil hectares destinados ao cultivo da cana-de-açúcar e responde pela geração de cerca de 33 mil empregos, consolidando-se como um dos principais motores da economia estadual.

Para Gerson Claro, a tendência é que esse processo continue avançando nos próximos anos, impulsionado pela crescente demanda mundial por combustíveis renováveis e por soluções energéticas sustentáveis.

O presidente da Assembleia Legislativa afirmou que Mato Grosso do Sul reúne todas as condições para permanecer entre os principais polos brasileiros de bioenergia, graças à combinação entre vocação agrícola, capacidade industrial, inovação tecnológica e ambiente favorável aos investimentos.

Segundo ele, a expansão da economia verde representa uma oportunidade histórica para fortalecer o desenvolvimento regional, ampliar a renda da população e consolidar um modelo econômico baseado na sustentabilidade, na geração de empregos e na competitividade.

Ao destacar a importância da nova unidade industrial da Atvos, Gerson Claro reforçou que investimentos dessa dimensão representam confiança no potencial de Mato Grosso do Sul e demonstram que o Estado está preparado para continuar crescendo de forma equilibrada, sustentável e com oportunidades para todas as regiões.

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