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Mato Grosso do Sul, 16 de abril de 2024
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Advogado de acusado que matou mecânico em bar na Coophavila II, não está foragido

Em nota, os advogados Bruno Marques Rodrigues Aires e Felipe Sampaio Martins Amettla, informara que Valdelírio agiu após ter sido agredido pela vítima e pelas outras pessoas que estrava no local

A defesa de Valdelírio Guilherme Telles, afirmou nesta segunda-feira (16), que ele não está foragido. O homem suspeito de matar a facadas Eraldo Lopes da Silva, 42 anos, durante uma briga de bar na madrugada do dia 11 de outubro na Rua dos Recifes, Bairro Coophavila II, em Campo Grande.

Em nota, os advogados Bruno Marques Rodrigues Aires e Felipe Sampaio Martins Amettla, informara que Valdelírio agiu após ter sido agredido pela vítima e pelas outras pessoas que estrava no local.

“Agiu para repelir a injusta agressão, primeiro cometida contra Elisângela Dias dos Santos, depois contra si mesmo, sendo aquele único meio disponível para fazer cessar a violência, e de poupar a própria vida e a vida de terceiro”, diz o documento.

Os defensores afirmaram ainda que no dia seguinte ao crime, 12 de outubro, procuraram a Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) Cepol para apresentar Valdelírio e depois a 6ª Delegacia de Polícia Civil, onde caso é investigado, mas por ser feriado de Nossa Senhora Aparecida, ele acabou não sendo ouvido.

“Os serviços policiais funcionavam em regime de plantão, não havendo ainda inquérito policial. Mas já fizemos tratativas com a Polícia Civil e a oitiva dele já foi marcada, não vamos divulgar a data para evitar tumultos já que nosso cliente está sendo ameaçado”, explicou Bruno Marques.

Além disso, os advogados expressaram na nota suas condolências à família de Eraldo e destacou que Valdelírio nunca teve a intenção de matar o homem.

Assassinato 

Eraldo foi morto com golpes de faca na região do tórax. Segundo o boletim de ocorrência, testemunhas contaram que a vítima estava em um bar na região, quando acabou discutindo e agredindo Elisângela por ciúmes. A mulher estava acompanhada de outro Valdelírio.

As pessoas que estavam no estabelecimento tentaram separar a confusão e a situação acabou virando uma briga generalizada. Eraldo saiu correndo do local e no trajeto foi alcançado e ferido pelo autor. Após o homicídio, a polícia recebeu denúncia anônima de que o suspeito residia na Rua Granada, no Jardim Centenário.

Os policiais foram até o endereço e encontraram apenas um veículo Fiat Uno com a chave no contato e uma faca no banco dianteiro. A faca foi apreendida e o veículo periciado. O corpo de Everaldo foi levado ao Instituto de Medicina e Odontologia Legal (Imol) para exame necroscópico.

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