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Mato Grosso do Sul, 19 de maio de 2024
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Beto Pereira diz que não há prioridade na saúde: “Como falar de hospital se não dá conta de fazer uma licitação para remédio?”

O pré-candidato esclarece que o escândalo da folha secreta, onde comissionados do alto escalão recebem salário muito acima do vencimento por serem apadrinhados da prefeita, afeta o crescimento econômico de Campo Grande
Imagem - Assessoria Parlamentar
Imagem - Assessoria Parlamentar

O deputado federal Beto Pereira (PSDB-MS), pré-candidato à Prefeitura de Campo Grande, declarou, durante entrevista ao Programa Tribuna Livre, da Rádio Capital (95,9 FM), que todo mundo deseja a construção do hospital municipal, mas que é preciso primeiro recuperar a saúde básica do município.

Beto Pereira entende que o hospital municipal elevaria o aumento de mais leitos. Entretanto, o maior problema é que o paciente não encontra sequer remédios básicos nas farmácias das unidades de saúde de Campo Grande. O último levantamento aponta 107 medicamentos estão em falta na rede pública, conforme audiência da Câmara dos Vereadores. “Quem não quer ter hospital municipal, novinho e bem arrumado? Eu quero para Campo Grande. Agora, eu não posso fechar meus olhos ao que está acontecendo. Como falar de hospital e não dá conta de fazer uma licitação para remédio?”, indaga.

Beto Pereira questiona a coerência da atual gestão ao prometer a construção de um hospital municipal sem apresentar um projeto detalhado ou um prazo de conclusão da obra, especialmente em um ano eleitoral. Ele também lamenta que os profissionais da saúde tenham que conviver com a precariedade das unidades de saúde e vivenciar situações em dias de chuva de “trabalhar com guarda-chuva” por conta das infiltrações e goteiras.

“Eu estive na UPA das Moreninhas. A recepção chove mais dentro do que fora. Existem depoimentos de pessoas que entraram com guarda-chuva dentro da unidade de saúde. Agora, é uma total incoerência você não cuidar da saúde básica das pessoas, não olhar o atendimento de média complexidade que é dado nas UPAs, não valorizar o servidor que tem a insalubridade, ganha judicialmente e em paralelo a isso o servidor vê uma folha crescente, mas secreta”, denuncia Beto Pereira.

Danos da folha secreta

O pré-candidato esclarece que o escândalo da folha secreta, onde comissionados do alto escalão recebem salário muito acima do vencimento por serem apadrinhados da prefeita, afeta o crescimento econômico de Campo Grande.

A prefeitura elevou a folha com pagamento com funcionalismo de 2017 para 2021 em R$ 3,1 bilhões. “A folha do município cresceu 49% em cinco anos. Mas onde que ela cresceu? Na folha secreta, no plano de trabalho e nos pagamentos a determinados comissionados. Então, nós temos que resolver o problema financeiro do município para sobrar para fazer os investimentos. E os primeiros investimentos vão ser para recuperar a saúde básica do município”, promete Beto Pereira

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