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Mato Grosso do Sul, 24 de abril de 2024
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Bolsa de Valores de São Paulo (B3), fecha no maior patamar da história, embalada pelo Fed

Enquanto isso, o Comitê de Política Monetária do Banco Central do Brasil, o Copom, manteve, ontem, o ritmo de redução da taxa básica da economia

A Bolsa de Valores de São Paulo (B3) bateu novo recorde nesta quinta-feira (14/12), embalada pelo otimismo dos operadores um dia após as decisões dos bancos centrais do Brasil e dos Estados Unidos (Fed), de acordo com analistas.

O Índice Bovespa (IBovespa), principal indicador da B3, chegou a subir perto de 1% e bateu máxima histórica das negociações intradia, de 131.259,81 pontos. No fim do pregão, a B3 registrou o maior nível de fechamento, batendo o recorde anterior, de 130.776 pontos. O IBovespa encerrou o dia com alta de 1,06% sobre a véspera, a 130.842 pontos o maior patamar desde junho de 2021.

A B3 acompanhou o bom humor externo, com o Índice Dow Jones e a Nasdaq operando no azul, com altas de 0,43% e 0,19%, respectivamente. Na quarta-feira (13/12), o Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano) decidiu manter os juros básicos no intervalo entre 5,25% e 5,50% e ainda sinalizou cortes no próximo ano.

Enquanto isso, o Comitê de Política Monetária do Banco Central do Brasil, o Copom, manteve, ontem, o ritmo de redução da taxa básica da economia (Selic), que passou de 12,25% para 11,75% ao ano e sinalizou que manterá o ritmo de corte nas “próximas reuniões”.

“O principal dessa alta do IBovespa é reflexo da decisão Fed do, porque, com o BC dos EUA diminuindo as expectativas de juros, aumenta a busca por mais risco”, afirmou Gustavo Cruz, estrategista-chefe da RB Investimentos.

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