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Mato Grosso do Sul, 5 de março de 2024
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Brasil voltará ao ranking das 10 maiores economias em 2023, diz FMI

A revisão em alta para 2023 desde julho reflete um crescimento mais forte do que o esperado no Brasil, impulsionado pela agricultura dinâmica e serviços resilientes no primeiro semestre de 2023
Foto: Agência Brasil
Foto: Agência Brasil

A implementação, pelo governo Lula, de um amplo leque de medidas macroeconômicas para promover a retomada do crescimento gerou um impacto positivo na atividade mais rapidamente do que previam diversos analistas do Brasil e do mundo. Ainda no primeiro semestre, sucessivas quedas na inflação estimularam a volta do consumo das famílias e criaram um clima de otimismo entre os brasileiros. Acumulados, os indicadores positivos do aumento do emprego à recuperação da indústria – levaram instituições como o Fundo Monetário Internacional (FMI) a uma revisão da projeção do PIB nacional em 2023. Tanto que o último cálculo, de 3,1%, ultrapassou o esperado para a média do PIB global, de 3%.

A impressionante recuperação econômica do país também levou o FMI a prever que o Brasil subirá duas posições e passará a ocupar o 9º lugar entre as maiores economias do planeta ainda neste ano. No ano passado, pouco mais de uma década depois de superar o Reino Unido e alcançar a 6ª posição no governo Dilma, em 2011, o Brasil já havia despencado para o 11º lugar, espelhando o desastre econômico perpetrado pelo governo Bolsonaro.

Neste ano, o PIB brasileiro chegará a US$ 2,127 trilhões, superando o Canadá em US$ 9 bilhões, o que o deslocará para o 10º lugar, de acordo com os cálculos da instituição. A Itália ficará em 8º lugar, com US$ 2,186 trilhões e a França, somando US$ 3,049 trilhões, estará em 7º.

Na semana passada, o diretor do Departamento do Hemisfério Ocidental do FMI, Rodrigo Valdéz, apontou algumas causas para a recuperação do Brasil no ranking, como uma mudança nas perspectivas econômicas, as reformas estruturais articuladas pelo governo e a força da agricultura. Em junho, por exemplo, o presidente Lula anunciou o maior Plano Safra da história do país, com R$ 364,22 bilhões para apoiar a produção agropecuária.

O cálculo também envolve a cotação da moeda brasileira em dólar. Quanto mais valorizado fica o real, mais alto se torna o valor do PIB brasileiro na moeda americana. Em abril, o FMI previa que o dólar valeria R$ 5,13 mas, em outubro, a cotação passou para R$ 4,99. Neste ano, o dólar já caiu 3,6% em relação ao real, mais uma consequência ligada ao chamado “efeito Lula”.

“Efeito Lula”

O “efeito Lula” se manifesta em todas as áreas econômicas mas, sobretudo, na constatação de que, com o novo governo, o Brasil se livrou de uma política socialmente perversa e desumana – a marca indelével de Jair Bolsonaro que gerou 33 milhões de famintos no país -, para voltar a cuidar de seu povo.

O Bolsa Família, que restituiu o pagamento de R$ 600 para cada família, mais R$ 150 por criança de até 6 anos e R$ 50 para crianças e adolescentes de 7 a 18 anos e gestantes, recuperou a dignidade da população mais vulnerável. Desde janeiro, com o retorno do programa, 19,7 milhões de famílias beneficiárias, cerca de 92% da base do programa, estão hoje protegidas da pobreza, como lembrou o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, recentemente.

Ao Bolsa Família, se seguiram a retomada do Minha Casa, Minha Vida, o Novo PAC, o Desenrola, o aumento real do salário mínimo, o reajuste da merenda escolar, a volta do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), bem como a recuperação da agricultura familiar.

Políticas públicas eficientes, voltadas ao bem-estar da população, se juntaram ao novo marco fiscal, aprovado no Congresso, e à reforma tributária, criando um ambiente macroeconômico sólido e seguro, ao mesmo tempo em que transformavam o tecido social tecido social brasileiro. O resultado é que o Brasil recuperou sua credibilidade internacional e voltou a ser um país novamente atraente para investimentos privados e estrangeiros.

Crescimento mais forte que o esperado

“A revisão em alta para 2023 desde julho reflete um crescimento mais forte do que o esperado no Brasil, impulsionado pela agricultura dinâmica e serviços resilientes no primeiro semestre de 2023”, destacou o FMI em relatório, na semana passada. O Fundo apontou que medidas de estímulo fiscal reforçaram o consumo, em mais um reconhecimento dos esforços da equipe econômica do governo Lula.

A instituição calcula ainda que o Brasil deverá cair uma posição no ranking em 2025, para o 10º lugar, para se recuperar em seguida, alcançando o posto de 8ª economia mundial em 2026. A julgar pelo alto grau de notícias positivas produzidas pela gestão democrática e popular e popular do governo, não será de todo surpreendente se o Brasil levar o “efeito Lula” aos quatro cantos do mundo.

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