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Mato Grosso do Sul, 15 de junho de 2024
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Claudia Leitte lembra que imitava apresentações de Angélica na infância: ‘Colocava uma pinta na perna e tinha minhas Angelicats’

Ela já tem uma carreira de sucesso e cheia de histórias para contar, mas lembra até hoje de suas primeiras experiências com a música. Claudia Leitte ainda tem frescos na memória acontecimentos da sua infância que tiveram uma grande importância para que escolhesse seguir o caminho da arte. Em um papo com o Gshow, a técnica do The Voice + contou curiosidades, como o primeiro disco que comprou na vida, e revelou que guarda até hoje o aparelho de som que era seu parceiro inseparável quando começou a cantar. Assista!

“Meu primeiro disco físico foi um disco de vinil de Angélica”, conta Claudinha, lembrando que, além de curtir as músicas, também fazia performances em que incorporava a apresentadora. “Não lembro o nome desse álbum, mas tinha uma música que eu me apresentava, que era: ‘Toque, toque, toque, toque, toque o violão'”, diz, cantando o primeiro verso da canção “Tic Tac”, presente no segundo álbum lançado por Angélica, em 1989.

Este disco foi tão marcante em sua vida, que a cantora ainda se lembra com detalhes do dia em que foi comprado, mesmo tantos anos depois. “Custou 50 cruzeiros e lembro da hora que eu comprei, lembro de tudo. Tenho isso muito fresco na minha memória e devia ter só uns 7 ou 8 anos de idade. Engraçado isso, nunca esqueci da Angélica”, diz.

Esses momentos singelos da infância foram tão importantes para que Claudinha decidisse seguir a carreira artística, que ela faz questão de valorizá-los – tanto que guarda até hoje o primeiro aparelho de som que ganhou, e que foi responsável por embalar suas primeiras apresentações. “Tenho um gravador todo colorido, que toca fita e você grava a sua voz enquanto se ouve. Ganhei no meu aniversário de 10 anos, veio com uma fita que era uma espécie de karaokê para cantar com o playback por baixo e tinha uma outra fita com as vozes dos artistas que cantavam, como referência”, explica.

O uso do gravador era tão intenso, que ela se diverte ao lembrar das gambiarras que fazia para aproveitá-lo ao máximo. “As fitas cassetes tinham duas tampinhas e, quando você removia essas tampas, era possível gravar. Como não tinha como comprar muitas fitas, eu usava a mesma fita para gravar várias coisas ao mesmo tempo. Gravava o que passava na rádio, gravava minha voz cantando… Fazia mirabolâncias com essas fitas e esse gravador. Era muito legal”, conta, cheia de nostalgia.

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