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Mato Grosso do Sul, 15 de junho de 2024
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Eleição na igreja Assembléia de Deus termina com agressão e pastor Dionizio escoltado pelo Choque

O pastor Antônio Dionizio precisou sair escoltado pelo Batalhão do Choque
O pastor Antônio Dionizio precisou sair escoltado pelo Batalhão do Choque

Na noite desta quinta-feira (04), a eleição na Assembleia de Deus em Campo Grande, que definiria qual pastor iria comandar a igreja, terminou em confusão.

O pastor Antônio Dionizio precisou sair escoltado pelo Batalhão do Choque da Polícia Militar. Além disso, as testemunhas contaram que os membros foram agredidos e uma adolescente de 14 anos foi ameaçada pelos seguranças contratados.

As eleições aconteceram após a polêmica que acabou afastando o então presidente Antônio Dionizio, flagrado passando a mão na bunda da amante em outubro do ano passado. Depois do flagra e de toda a repercussão, o religioso se divorciou e, em seguida, se casou com a amante que apareceu no vídeo.

Os membros da denonimação disseram que ficaram do lado de fora e foram impedidos de votar, pois Dionizio contratou seguranças que impediram a entrada dos fiéis para a votação. Com isso, o Batalhão do Choque foi acionado após os ânimos se exaltarem.

A eleição para o novo presidente da igreja estava marcada para às 19 horas desta quinta-feira, com a disputa entre a chapa 1, do pastor Antonio Dionisio, e da chapa 2, do pastor Rudi Carlos.

Dionizio chegou a indicar outro nome para o comando da igreja, porém, acabou ele mesmo concorrendo a eleição desta quinta.

Os fiéis que foram impedidos de entrar, disseram que, aproximadamente, 300 integrantes da chapa 1 entraram por volta das 13 horas e fecharam a igreja. Às 19 horas, o horário da votação, Antonio Dionizio já estava reeleito junto com toda a mesa diretora.

Segundo as informações, foram distribuídas fitas de pulso para os eleitores. Contudo, cerca de 500 integrantes da igreja, ligados à chapa 2, não puderam entrar. Além disso, há relatos de que um homem e uma mulher foram agredidos e uma adolescente de 14 anos foi ameaçada por seguranças.

“Algo vergonhoso! A nossa chapa, a Renova ADM Campo Grande, foi impedida de entrar. Só poderiam entrar quem tivesse pulseiras, e eu tenho a minha pulseira, não deixaram eu entrar, não nos permitiram entrar. Nós representamos a igreja que quer renovação. O pastor Dionizio contratou diversos seguranças. Muita truculência! Inclusive, ameaçaram uma adolescente, de surrar ela se não saísse da porta”disse o pastor Rudi Carlos.

Seguranças armados contratados pelo pastor

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