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Mato Grosso do Sul, 17 de abril de 2024
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Homem suspeito de esganar e queimar o corpo da filha é morto na prisão

Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), Wellington morreu após ser asfixiado por outro preso, de 38 anos

O homem suspeito de assassinar a própria filha foi encontrado morto no Centro de Detenção Provisória II de Pinheiros, em São Paulo. O detento, identificado como Wellington Silva Rosas, de 39 anos, havia confessado o crime à polícia e estava há uma semana na unidade prisional.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), Wellington morreu após ser asfixiado por outro preso, de 38 anos. Ele foi encaminhado ao Pronto Socorro da Lapa, mas não resistiu aos ferimentos.

A morte resultou de um desentendimento, acrescentou a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP).

“Por volta das 20h, os funcionários ouviram pedidos de socorro vindos da área habitada pelo preso. A equipe retirou os outros detentos do ambiente e transferiu Rosas para o pronto-socorro local, onde foi confirmado o óbito. A unidade registrou um Boletim de Ocorrência no 91º DP (Ceasa). A direção do presídio está tentando entrar em contato com os familiares para informar sobre o falecimento”, informou a pasta em comunicado.

Wellington Silva Rosas confessou à polícia ter matado, carbonizado e jogado o corpo da filha Rayssa, de 18 anos, na Avenida 23 de Maio, na capital paulista. A jovem estava desaparecida desde o dia 24 de março, e seu pai foi preso no dia 26.

O crime teria sido uma forma de Wellington atingir a mãe da jovem, com quem não estava mais junto. Apenas no dia seguinte à morte da filha, o suspeito decidiu sair com o corpo dela em uma caixa de papelão e abandoná-lo na avenida.

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