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Mato Grosso do Sul, 22 de maio de 2024
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Jornal britânico destaca ‘capítulo mais mortal’ no Brasil com covid-19

Foto: Michael Dantas
Foto: Michael Dantas

O jornal britânico “The Guardian” fez uma reportagem especial relatando a crescente número de mortes no Brasil por complicações do coronavírus. ‘Covid está assumindo’: Brasil mergulha no capítulo mais mortal de sua epidemia”, diz a chamada da matéria ilustrada com imagens de pacientes nos leitos de um hospital de campanha de Santo André, em São Paulo.

A reportagem destaca que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) declarou no ano passado que o Brasil havia chegado ao final da pandemia de um dos piores surtos do mundo. Três meses depois, o país perdeu quase 100 mil vidas a mais, elevando o número total de mortos para mais de 275 mil, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e, “mergulhou no capítulo mais mortal de sua epidemia de 13 meses”.

A matéria também cita que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou a forma “idiota” de Bolsonaro como lidou com a crise e convocou o povo a confrontar o presidente, a quem chamou de “fanfarrão” incompetente durante coletiva de imprensa realizada na sede do Sindicato dos Metalúrgicos em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista no dia 10.

Profissionais de saúde da linha de frente de Porto Alegre a Recife relataram a tristeza e exaustão com o aumento de casos graves nas unidades de terapia intensiva.

“Estamos empenhados na redução de danos. Você abre novos leitos e eles enchem imediatamente.”, disse a infectologista Eduarda Santa Rosa Barata. Ela comenta ainda que teve a impressão de que seus pacientes da Covid estavam ficando mais jovens e chegando ao hospital em estado pior.

A reportagem fala que existe um debate para entender o quanto da crise atual do Brasil se deve à nova variante, ou outras variantes rastreadas no Reino Unido e na África do Sul.

“Alguns especialistas acreditam que a variante forneceu uma cortina de fumaça conveniente para os líderes políticos que não conseguiram controlar uma doença que o presidente Bolsonaro classificou como uma ‘gripezinha'”.

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