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Mato Grosso do Sul, 10 de dezembro de 2023
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Justiça decreta prisão de ex candidata filiada do ‘Patriota’ que estava traficando cocaína em Ponta Porã

Foi preciso pedir apoio ao Corpo de Bombeiros em Ponta Porã para retirar os tabletes. Cada quilo de cocaína pura custa em torno de R$ 20 mil na fronteira
Odilia disse que havia sido contratada por R$ 5 mil para levar a droga até Campo Grande
Odilia disse que havia sido contratada por R$ 5 mil para levar a droga até Campo Grande

A empresária Odilia Peres Benites, 36, flagrada com 59 quilos de cocaína pura na quinta-feira (16), vai continuar presa. Durante audiência de custódia, o juiz Marcelo Guimarães Marques, da 2ª Vara Criminal de Ponta Porã, decretou a prisão preventiva dela.

Dona de empresa de segurança privada em Ponta Porã, Odilia tem endereço residencial em Maracaju, onde foi candidata à vereadora em duas eleições. Em 2016, disputou pelo PTB e em 2020 concorreu pelo Patriota, mas não conseguiu se eleger.

Odilia foi presa por policiais rodoviários federais da delegacia da PRF em Dourados quando viajava em um Chevrolet Onix prata. Ela viajava na companhia de um esteticista de 23 anos quando foi abordada na MS-164, no “Trevo do Copo Sujo”.

Policiais que integram a Operação Ágata Fronteira Oeste II desconfiaram das contradições apresentadas pela motorista e pelo passageiro e levaram o Onix ao 11º Regimento de Cavalaria Mecanizada do Exército em Ponta Porã. Cães farejadores apontaram presença de droga no painel e nas caixas de ar do carro.

Foi preciso pedir apoio ao Corpo de Bombeiros em Ponta Porã para retirar os tabletes. Cada quilo de cocaína pura custa em torno de R$ 20 mil na fronteira, mas o valor nos grandes centros chega a triplicar, ou seja, a carga seria vendida por ao menos R$ 3,5 milhões.

Inicialmente, Odilia disse que havia sido contratada por R$ 5 mil para levar a droga até Campo Grande. O esteticista que a acompanhava alegou não saber da cocaína no carro e disse que apenas a acompanhava até Maracaju. Ela confirmou essa versão e inocentou o amigo. Na delegacia, Odilia usou o direito constitucional de permanecer em silêncio.

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