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Mato Grosso do Sul, 22 de abril de 2024
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Lula diz que seu governo não vai se esconder e que a violência no estado do Rio é um “problema do Brasil”

O presidente da República disse que conversou com os ministros Flávio Dino e José Múcio para formular ações e utilizar as estruturas dos ministérios da Justiça e da Defesa a fim de combater o crime organizado e as milícias no Rio de Janeiro
Presidente ainda afirmou que a violência no Rio de Janeiro é "problema do Brasil" - Imagem: Evaristo Sá
Presidente ainda afirmou que a violência no Rio de Janeiro é "problema do Brasil" - Imagem: Evaristo Sá

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comentou sobre a onda de violência no Rio de Janeiro, após o miliciano Matheus da Silva Rezende, conhecido como Faustão ou Teteus, ser morto pela polícia. Mais de 30 ônibus foram alvos de incêndios criminosos nesta segunda-feira (23/10) e diversas vias da Zona Norte foram bloqueadas em reação a operação policial.

Segundo Lula, a violência no estado é um “problema do Brasil” e o governo federal quer colaborar e compartilhar as soluções dessas questões. “Esse governo não vai se esconder e dizer que é só problema dos estados”, afirmou.

O presidente da República disse que conversou com os ministros Flávio Dino e José Múcio para formular ações e utilizar as estruturas dos ministérios da Justiça e da Defesa a fim de combater o crime organizado e as milícias no Rio de Janeiro.

A destruição dos ônibus ocorreu após o miliciano Matheus da Silva Rezende ser morto durante uma troca de tiros com a Polícia Civil, na comunidade Três Pontes, na Zona Oeste. O criminoso era sobrinho do miliciano Luís Antônio da Silva Braga, o Zinho, procurado pela Justiça por ser um dos principais chefes do crime organizado. Matheus era descrito como um “homem de guerra” e estaria sendo preparado para assumir o comando da milícia Liga da Justiça.

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, classificou os incêndios dos veículos do transporte público como “ações terroristas”. Os envolvidos serão encaminhados a presídios federais. “Estamos com nosso efetivo garantindo que não haverá mais nenhuma queima de composição e a população poderá ir para casa. Me solidarizo com a população. É triste que criminosos usem a população de escudo. É a própria população, que alguns deles dizem defender, que é atacada em um momento desses”, disse o governador em coletiva de imprensa ontem.

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