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Mato Grosso do Sul, 24 de fevereiro de 2024
Campo Grande/MS
Fuente de datos meteorológicos: clima en Campo Grande a 30 días

Mato Grosso do Sul apresenta ações para o Carbono Neutro e debate financiamento com lideranças na COP 28

Enfatizamos o nosso programa Estado Carbono Neutro, a questão do saneamento e o nosso sistema de monitoramento contra desmatamento
Fotos: Guilherme Pimentel
Fotos: Guilherme Pimentel

O Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, por meio da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Ciência, Tecnologia e Inovação), participa da COP 28 (Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas para Mudanças Climáticas), que acontece em Dubai, Emirados Árabes Unidos.

“Nós chegamos aqui em Dubai para fazer a discussão das mudanças climáticas do mundo. Um evento milhares de pessoas de todos os países. Temos uma representação brasileira significativa, tanto do setor privado, quanto institucional. Todos os governos estaduais estão com pessoas aqui fazendo a discussão das mudanças climáticas”, comenta o secretário Jaime Verruck, da Semadesc, que representa oficialmente o governador Eduardo Riedel no evento.

Na sexta-feira (1º), a programação sul-mato-grossense na COP 28 iniciou com a participação do secretário Jaime Verruck no Painel de Governança Multinível para o fortalecimento da integração climática nacional. O painel é organizado pela ABEMA e terá como moderadora a Gerente Geral de Mudanças Climáticas da Secretaria de Meio Ambiente, Sustentabilidade e Fernando de Noronha, Samanta Della Bella.

“Participamos de um painel de avaliação multissetorial sobre as políticas estaduais e como elas interagem com a política federal e os compromissos assumidos nacionalmente. Participaram os estados de Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Norte. Nós tivemos a possibilidade de apresentar nossas experiências e também os nossos grandes desafios. Enfatizamos o nosso programa Estado Carbono Neutro, a questão do saneamento e o nosso sistema de monitoramento contra desmatamento”, comentou o titular da Semadesc.

Outro ponto destacado por Jaime Verruck é o “desafio do financiamento internacional. Esses recursos têm de chegar a outros biomas que não somente a Amazônia. Temos, ainda, o desafio de remunerar adequadamente aqueles produtores que mantêm a floresta em pé. Esse é um mecanismo importante, por isso a gente buscar alternativas. Na questão da transição energética das energias renováveis, o Mato Grosso do Sul já é uma referência e nós tivemos a oportunidade de colocar isso durante o painel e que obviamente tinha uma série de interlocutores aí do mundo inteiro, ouvindo”.

Ainda nesta sexta-feira, o Governo do Estado participou de discussão promovida pelo Centro Brasileiro do Clima.

“Vamos discutir efetivamente com outros estados e com outros países a questão de financiamento climático. Acho que esse é um ponto que está sendo bastante debatido nessa COP. Como é que a gente vai financiar a transição energética, como é que nós vamos financiar todo esse processo para que a gente atinja lá em 2050 a redução da temperatura média do planeta, que o objetivo é que se mantenha abaixo dos 2 graus, dado que 1,5 nós já ultrapassamos esse limite, então hoje está focado muito aceitando a média de aumento de 2 graus”, finalizou.

Além do secretário Jaime Verruck, a comitiva sul-mato-grossense é integrada pelo diretor-presidente do Imasul, André Borges; pelo secretário Executivo de Meio Ambiente, Artur Falcette; pelo Coordenador de Regulação, Normas e Negociações Socioambientais, Pedro Mendes Neto e pela assessora Internacional do Escritório de Relações Institucionais e Políticas do Mato Grosso do Sul no Distrito Federal, Thaís Bittar, além do presidente da Aprosoja, André Dobashi.

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