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Mato Grosso do Sul, 5 de março de 2024
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Novos bombardeios noturnos de Israel em Gaza deixam dezenas de mortos

“Um avião israelense disparou pelo menos dois mísseis em direção a um grupo de pessoas perto do campo de Yenin”, matando três e ferindo várias outras
Crianças são atendidas no hospital Nasser em Khan Yunis, no sul da Faixa de Gaza - Foto: Mahmud Hams/AFP
Crianças são atendidas no hospital Nasser em Khan Yunis, no sul da Faixa de Gaza - Foto: Mahmud Hams/AFP

Ataques aéreos noturnos de Israel na Faixa de Gaza deixaram pelo menos 80 mortos, nesta quarta-feira, segundo o movimento islâmico Hamas, que governa o território palestino sitiado.

“Mais de 80 pessoas foram martirizadas e centenas ficaram feridas em massacres cometidos pela ocupação (Israel) durante a noite”, diz o comunicado da assessoria de imprensa do governo local.

Em outra frente de batalha, na Cisjordânia, três pessoas morreram e várias ficaram feridas após um ataque israelense perto do campo de refugiados de Yenín, de acordo com a agência de notícias palestina Wafa.

Cena que se repete na Cisjordânia: homens carregam corpos de jovens palestinos mortos em confrontos entre colonos e forças israelenses — Foto: Jaafar ASHTIYEH / AFP
Foto: Jaafar ASHTIYEH / AFP

“Um avião israelense disparou pelo menos dois mísseis em direção a um grupo de pessoas perto do campo de Yenin”, matando três e ferindo várias outras, disse a agência, citando fontes locais.

O exército israelense indicou, em comunicado, que estava realizando “atividades anti -terrorismo” na área, mas não acusou vítimas.

Segundo os militares israelenses, a ação seria em resposta a um ataque do que definiram como “terroristas armados”, que “atiraram e jogaram artefatos explosivos contra as forças de segurança israelenses”.

Em retaliação, um de seus drones de ataque “atingiu os terroristas”. “Não foram relatados feridos nas forças de segurança israelenses”, segundo o comunicado do exército.

A Agência Humanitária da ONU, Ocha, contabiliza que ao menos 95 palestinos foram mortos na Cisjordânia desde que Israel declarou guerra contra o Hamas em Gaza, no início do mês.

O conflito explodiu após a invasão em 7 de outubro de combatentes do movimento islâmico palestino em solo israelense, quando assassinaram mais de 1.400 pessoas.

O Hamas também sequestrou mais de 220 reféns no pior ataque da história de Israel, que respondeu com bombardeios incessantes sobre Gaza, na qual quase 5.800 pessoas já morreram, de acordo com o Ministério da Saúde do Hamas, que controla o território.

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