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Mato Grosso do Sul, 24 de fevereiro de 2024
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Olhos de Lince: Traficantes viajavam até a fronteira do Paraguai para ‘fazer compras’ e voltavam com ‘cocaína’

No retorno, elas levavam entorpecentes do tipo cocaína em fundos falsos destes veículos”, disse Cubas
Cocaína escondida em compartimento de veículo (Foto: Osvaldo Duarte)
Cocaína escondida em compartimento de veículo (Foto: Osvaldo Duarte)

Traficantes que trabalhavam para o grupo criminoso saíam do interior do Paraná e se deslocavam pelo menos uma vez por semana até região de fronteira entre Mato Grosso do Sul e o Paraguai, alegando viagem para compras. 

Segundo investigações que fazem parte da operação “Olhos de Lince”, desencadeada nessa quinta-feira (19/10) pela Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, a quadrilha movimentava cerca de meia tonelada de cocaína por mês utilizando a mesma estratégia. 

O delegado do SIG (Setor de Investigações Gerais) do 1º Distrito Policial de Dourados, Erasmo Cubas, disse nesta manhã (20/10) , que o grupo usava Dourados e cidades na região noroeste do Paraná como entreposto do tráfico de drogas. 

“Conseguimos identificar uma teia criminosa na qual estas pessoas vinham do Paraná para o Mato Grosso do Sul em veículos de luxo com o pretexto de fazer compra no Paraguai. No retorno, elas levavam entorpecentes do tipo cocaína em fundos falsos destes veículos”, disse Cubas. 

O objetivo era realizar o transporte até grandes centros populacionais como Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP) -, e também para outros países.

A quadrilha atua há pelo menos um ano e desde o final de agosto vem sendo monitorada pela Polícia Civil, com apoio da PRF (Polícia Rodoviária Federal). 

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