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Mato Grosso do Sul, 22 de abril de 2024
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Pagodeiro é preso no Rio de Janeiro sob suspeita de ter sido recrutado pelo Hezbollah

O músico relatou que foi procurado por Mohamad para “fazer apresentações de pagode no Líbano” e negou tanto ter envolvimento com o Hezbollah
Foto: Reprodução / Perfil Brasil
Foto: Reprodução / Perfil Brasil

Michael Messias, que trabalhava como músico, foi preso pela Polícia Federal (PF) no último domingo (12), no Rio de Janeiro, suspeito de ter sido recrutado pelo grupo xiita armamentista Hezbollah. A Justiça determinou que ele fosse preso temporariamente por 30 dias.

Segundo informações do portal g1, Michael disse em depoimento que esteve duas vezes no Líbano. Ele confirmou que as viagens foram pagas por Mohamad Khir Abdulmajid, sírio naturalizado brasileiro que é procurado pela Interpol e principal alvo da investigação da ameaça terrorista pela PF.

O músico relatou que foi procurado por Mohamad para “fazer apresentações de pagode no Líbano” e negou tanto ter envolvimento com o Hezbollah, quanto ter recebido proposta para colaborar com o terrorismo. A Polícia Federal, porém, não acredita nesta versão.

Procurados
Os chamados “intermediários recrutadores” também estão sendo procurados pelos investigadores. Essas pessoas teriam sido contratadas pelo sírio no Brasil para ir atrás de outros brasileiros interessados em aceitar dinheiro para integrar células do Hezbollah, em áreas de logística e inteligência, para a prática de atentados.

Este esquema de aliciamento seria liderado por Mohamad e um libanês naturalizado brasileiro, que também está em Beirute e é procurado pela Interpol, conforme a investigação da PF.

Foi repassado à divisão antiterrorismo da PF em Brasília o alerta de que brasileiros – muitos com passagem criminal – estavam sendo aliciados e contratados por comandantes do Hezbollah no Líbano, para promover ataques no Brasil.

Dois deles foram presos na noite da última terça-feira (7) e na manhã de quarta (8) em São Paulo. Os homens, que não tiveram a identidade divulgada, foram detidos em caráter temporário. Um delegado de Brasília envolvido nas apurações viajou para o estado a fim de ouvir os presos. Ainda não está definido se os suspeitos ficarão em São Paulo ou serão transferidos para Brasília.

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