A conclusão da Ponte Internacional da Rota Bioceânica, considerada uma das obras de infraestrutura mais importantes da América do Sul, marca um novo momento para Mato Grosso do Sul e também resgata a participação de importantes lideranças políticas que atuaram na construção do projeto desde suas primeiras etapas. Entre elas está Rose Modesto, que, durante o período em que exerceu o cargo de vice-governadora do Estado, participou das articulações institucionais que contribuíram para transformar o empreendimento em realidade.
Com mais de 90% da construção concluída e faltando apenas os últimos metros para a ligação definitiva entre Brasil e Paraguai, a ponte entra na reta final cercada pela expectativa de inauguração e pelo impacto que deverá provocar na economia regional e nacional. Para Rose Modesto, acompanhar esse momento representa a concretização de um trabalho iniciado anos atrás, quando o projeto ainda buscava apoio político e institucional para sair do papel.
Ainda como vice-governadora de Mato Grosso do Sul, Rose Modesto participou de reuniões, seminários e encontros voltados ao fortalecimento da proposta do Corredor Bioceânico, iniciativa que passou a reunir esforços dos governos do Brasil, Paraguai, Argentina e Chile para criar uma nova rota internacional de integração econômica e comercial.
Um dos momentos considerados decisivos ocorreu durante um seminário realizado em Brasília, quando Rose Modesto representou oficialmente o Governo de Mato Grosso do Sul nas discussões sobre o Corredor Bioceânico. Na ocasião, ela defendeu a construção da ponte sobre o Rio Paraguai como uma obra estratégica para garantir a consolidação do projeto de integração continental.
Naquele período, Rose Modesto destacou que a ligação entre Porto Murtinho e Carmelo Peralta seria fundamental para reduzir distâncias, ampliar a competitividade dos produtos brasileiros no mercado internacional e abrir novas oportunidades para diversos setores da economia sul-mato-grossense.
A atuação institucional de Rose Modesto voltou a ganhar destaque durante a cerimônia realizada na usina de Itaipu, quando representou oficialmente Mato Grosso do Sul no ato que reuniu autoridades brasileiras e paraguaias para a assinatura da declaração conjunta que autorizou oficialmente a construção da ponte internacional.
Na ocasião, Rose Modesto ressaltou que aquele entendimento representava um passo histórico para a integração entre os países da América do Sul, eliminando o principal obstáculo existente para a implantação definitiva da Rota Bioceânica.

Agora, com a obra próxima da conclusão, a ex-vice-governadora afirma que o empreendimento confirma a importância das articulações realizadas ao longo dos últimos anos e demonstra que investimentos estruturantes possuem capacidade de transformar a realidade econômica de toda uma região.
Segundo Rose Modesto, a Ponte Bioceânica não representa apenas uma ligação física entre Brasil e Paraguai. Para ela, trata-se de um corredor estratégico que colocará Mato Grosso do Sul em posição privilegiada dentro do comércio internacional, fortalecendo a logística, reduzindo custos de transporte e ampliando a competitividade das exportações brasileiras.
A estrutura terá aproximadamente 1.294 metros de extensão e é considerada o principal elo físico da Rota Bioceânica. Quando estiver totalmente concluída, permitirá a conexão terrestre entre o Centro-Oeste brasileiro e os portos do norte do Chile, oferecendo uma alternativa mais curta para o escoamento de mercadorias destinadas aos mercados asiáticos.
A expectativa é de que a nova rota reduza significativamente as distâncias percorridas pelos produtos brasileiros até importantes mercados consumidores, proporcionando economia no transporte de cargas, maior agilidade logística e novas oportunidades para empresas ligadas ao agronegócio, à indústria, ao comércio exterior e ao setor de serviços.
Para Rose Modesto, os benefícios vão muito além da redução do tempo de transporte. Ela avalia que o novo corredor internacional deverá estimular a chegada de novos investimentos privados, fortalecer a instalação de centros de distribuição, incentivar a abertura de empresas e ampliar a geração de empregos em diferentes regiões de Mato Grosso do Sul.
Outro reflexo esperado é o crescimento do turismo, impulsionado pelo aumento da circulação de pessoas entre os países que integram o corredor internacional. Municípios localizados ao longo da rota poderão registrar expansão nas atividades comerciais, na rede hoteleira, na gastronomia e nos serviços voltados aos visitantes.
Rose Modesto também destaca que Porto Murtinho passa a ocupar posição estratégica dentro desse novo cenário econômico, consolidando-se como a principal porta de entrada brasileira para a Rota Bioceânica e tornando-se referência logística para o transporte internacional de cargas.
Na avaliação da ex-vice-governadora, a conclusão da ponte representa um marco histórico para Mato Grosso do Sul e reforça o papel do Estado como importante eixo de integração entre os países sul-americanos e os mercados internacionais.
Com a fase final das obras em andamento, cresce a expectativa em torno da conclusão definitiva da estrutura e do início das operações do corredor internacional. A Ponte Bioceânica é vista como um dos maiores investimentos em infraestrutura da história recente de Mato Grosso do Sul e deverá contribuir para ampliar a presença do Estado nas rotas globais de comércio, consolidando uma nova etapa de desenvolvimento econômico, integração regional e expansão das oportunidades para a população sul-mato-grossense.
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