O mês de julho trouxe consigo uma leve oscilação nos preços dos combustíveis comercializados em Campo Grande, conforme apontado por levantamento recente do Procon de Mato Grosso do Sul. A pesquisa, realizada entre os dias 8 e 12 de julho, percorreu 23 postos de combustíveis distribuídos por diferentes regiões da capital sul-mato-grossense, registrando alterações discretas nos valores médios praticados para gasolina, etanol, diesel e gás natural veicular (GNV).
Embora as variações não tenham sido significativas, o levantamento reforça a importância de que os consumidores estejam atentos às diferenças de preços entre estabelecimentos, bem como às formas de pagamento, que influenciam diretamente no valor final cobrado. Em alguns casos, a simples opção por pagamento em dinheiro ou débito pode resultar em economia relevante no longo prazo.
No caso da gasolina comum, o preço médio sofreu uma leve redução de 0,17% para pagamentos à vista, recuando de R$ 5,82 em junho para R$ 5,81 em julho. Já para a modalidade crédito, a queda também foi de um centavo por litro, passando de R$ 5,98 para R$ 5,97. A diferença aparentemente simbólica se torna mais expressiva quando multiplicada por volumes maiores, como ocorre no abastecimento de veículos de uso diário.
O etanol também apresentou queda no preço médio. Para pagamentos em dinheiro ou débito, o valor recuou de R$ 3,84 para R$ 3,83, representando uma baixa de 0,26%. Para pagamentos com cartão de crédito, a redução foi mais significativa, de 1%, com o valor médio passando de R$ 4,01 para R$ 3,97 por litro.
Em contrapartida, o diesel registrou alta nos preços. O diesel S500 comum aumentou 1,03% para pagamentos à vista, saindo de R$ 5,85 em junho para R$ 5,91 em julho. Já no pagamento a crédito, o valor médio subiu de R$ 5,94 para R$ 6,00, um acréscimo de 1,01%. O diesel S10 aditivado também seguiu a tendência de alta, com aumento de 0,84% para pagamentos em dinheiro ou débito, indo de R$ 5,97 para R$ 6,02.
O Gás Natural Veicular (GNV), por sua vez, teve o menor índice de variação entre os combustíveis analisados, registrando acréscimo de 0,65%. O preço do metro cúbico subiu de R$ 4,60 para R$ 4,63, mantendo-se inalterado entre as diferentes formas de pagamento.
A região do Imbirussu apresentou os preços médios mais elevados entre todas as analisadas, o que reforça a necessidade de os motoristas pesquisarem antes de abastecer, especialmente em tempos de instabilidade econômica e custo de vida elevado. O Procon-MS recomenda que os consumidores optem sempre que possível pelo pagamento à vista, uma vez que os acréscimos para pagamentos com cartão de crédito podem ser consideráveis ao longo do tempo.
A pesquisa completa com os preços detalhados por posto e forma de pagamento, bem como o comparativo entre os meses de junho e julho, está disponível ao público nos seguintes links:
O Procon ressalta que manter-se informado sobre os preços praticados é um dos instrumentos mais eficazes para o exercício da cidadania financeira. Com oscilações cada vez mais frequentes nos valores dos combustíveis, o consumidor consciente é aquele que se antecipa, compara e planeja seu abastecimento de maneira estratégica e econômica.
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